Como é a cidade supercolorida de Guatapé na Colômbia?

Guatapé é uma pequena cidade na Colômbia, a uma hora de Medellín. Lá você vai se deparar com um convite para relaxar na natureza e apreciar a animação da cores das construções. Além disso, entre os morros verdejantes e a represa, as ruas desse vilarejo demonstram muito estilo e vida.

Assim que você chegar, fica fácil de encontrar um estabelecimento público, perto da praça central, que distribui mapas da região e auxilia o turista com informações pertinentes aos atrativos do lugar. O passeio a pé é bem-vindo.

Praça Zócales em Guatapé, na Colômbia. Aqui você vai ver muita cor e arte que se derramam pela cidadezinha

O centro dessa cidadezinha é colorido e cheio de opções para comer e beber. Caso você prefira uma vista da represa na hora da refeição, restaurantes perto não vão faltar. Os preços não são caros, é possível comer algum prato típico saboroso sem comprometer o bolso.

Uma ruazinha de Guatapé mostra como existe alegria nas ilustrações no interior da Colômbia
Arquivo pessoal

Para visualizar algumas ilhas e mansões, é preciso pegar um barco que faz o tour que dura aproximadamente uma hora. Passear pela represa navegando, irá revelar algumas histórias que estão ligadas aos problemas sociais do país.

Se você preferir dormir na cidade, existem opções de hospedagem fáceis de serem encontradas perto do centro e nas ruas em volta.

Essa é represa da cidade. Não faltou chuva, né? É aqui que você consegue fazer um passeio de barco, que eu altamente recomendo
Arquivo pessoal

Deixei a minha mochila no canto e fui tirar a minha foto na natureza. Respirar um ar mais puro combinou com uma boa caminhada

Quem quiser ter mais contato com a natureza poderá ir caminhando do centro da cidade até El Peñol, uma pedra gigantesca com 659 degraus. É preciso de tempo para chegar até o topo. A pedra chama a atenção por sua altura, são 2.135 metros. Para quem preferir transporte, existem pequenos veículos no centro de Guatapé que levam até essa pedra.

E para terminar com chave de ouro, essa é gigantesca pedra El Peñol no começo da cidade, mas que recomendo deixar para visitar por último
Reprodução: Jouney Era

O transporte de Medellín até Guatapé é fácil, somente é preciso pegar um metrô até a estação Caribe. De lá vá até o terminal Norte, nele é possível pegar um ônibus que parte para a cidadezinha colorida.

Perrengue: Como a Bolívia acabou sendo palco de imprevistos em viagem econômica

O perrengue escolhido de hoje é o da Cris Freitas (@cryss_freitas). Tudo começou quando a goiana, em torno de 26 anos na época, e seus dois amigos Rui e Dani foram passar as férias na Bolívia, que incluiu conhecer o mais famoso e maior deserto de sal do mundo: o Salar de Uyuni

As passagens aéreas foram compradas com embarque em São Paulo e desembarque na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra, para de lá, pegarem um transporte até o Salar de Uyuni. Os preços baratos dos voos ajudaram muito nos gastos. A ida até a capital La Paz foi em um ônibus tão barato, que os passageiros até dividiam espaço com as galinhas, porcos e outros animais de pequeno porte.

Nem é preciso falar que Cris e seus amigos de viagem estavam com o dinheiro contado. Cada custo com alimentação, transporte e passeios foi exatamente e estritamente calculado, num aperto só. Quando você, meu amigo leitor ou leitora, sai com o dinheiro contado de casa para ir no centro da sua cidade, você já pensa o que pode acontecer? Imagina isso em outro país.

Quando chegaram em La Paz, Cris ouviu a recomendação do taxista de um hotel bem barato, no entanto decidiu ir em outra opção, de quando tinha ido na Bolívia antes. Era um hotel também bastante econômico recomendado por um casal de brasileiros. Na hora em que chegaram no estabelecimento, a atendente informou que aquele lugar nunca tinha sido um hotel antes. Nesse caminho do táxi até o suposto hotel, a nossa viajante já foi protagonizando o primeiro perrengue leve do dia: a jovem percebeu que tiraram um pacote de pilhas do bolso dela.

Depois da primeira tentativa frustrada de achar um hotel, o grupo de amigos voltou para a sugestão do taxista, bem barata, diga-se de passagem. No momento da chegada, depois de entrarem no estabelecimento, viram que, o quarto, ao lado dos seus aposentos, tinha aquelas faixas amarelas de interdição da polícia. Poucos dias antes, havia acontecido um assassinato bem ali.

O susto inicial não foi capaz de quebrar com o ânimo de passear pela cidade de La Paz. Durante o bate perna, a Dani começou a sentir bastante os efeitos negativos da altitude da região. O Rui também não estava se sentindo bem, até sangramento no nariz teve. Cris estava tranquila, leve e solta. Ninguém tinha chegado até ali para ser parado por meros problemas de saúde. Todos os amigos decidiram prosseguir para o almejado, sonhado e desejado Salar de Uyuni.

O ponto alto dos contratempos foi logo no salar, bem onde Cris tinha sonhado tanto em conhecer, que até estudou tudo sobre a atração. No meio das pesquisas, entendeu a importância de escolher uma agência de turismo com carros novos, pois acontecia bastante de os veículos quebrarem no meio do deserto.

Cris começa o passeio feliz e brincando no Salar de Uyuni, nem imaginado o que viria mais para frente

Depois de um trabalho de pesquisa árduo, dedicado e apurado em quatro agências, a escolha da Cris foi simplesmente descartada. Ganhou a preferência do Rui e da Dani. A intuição da Cris insistiu em tentar convencer os seus companheiros de viagem, porém sem sucesso.

Então lá foram os três brasileiros para o passeio que dura três dias. No carro da agência, havia três estadunidenses: duas moças e um rapaz, esse último não teve um dia melhor para descarregar os seus gases durante a viagem toda.

No fim do belo tour, o carro quebra bem no meio do deserto. Horas e horas se passaram sem nem uma alma viva aparecer naquele lugar remoto. Cris, Dani e Rui já ficaram preocupados porque precisavam sair dali logo, afinal já tinham planejado pegar um ônibus de Santa Cruz, para de lá, chegarem em São Paulo. Lágrimas rolaram no rosto de Dani. Depois de um longo tempo, quando avistaram o primeiro carro passando, o pedido de socorro para uma carona foi atendido gentilmente.

Essa é Cris no carro da agência depois do tour. Brincadeira, esse é um vagão do cemitério de trem no Salar de Uyuni

Os três aventureiros conseguiram chegar são e salvos em Santa Cruz até mesmo antes do esperado. De lá decidiram pegar um trem até a fronteira do Brasil e depois foram para Corumbá (Mato Grosso do Sul). Ter um lugar para comprar comidinhas brasileiras e poder sacar dinheiro foi um completo oásis nesse término da viagem. Após tudo isso, Cris, Dani e Rui conseguiram voltar para São Paulo sem mais imprevistos.

Como é o centro da cidade de Cochabamba, na Bolívia?

O centro da cidade de Cochabamba na Bolívia foi uma surpresa para mim. Hoje eu vou mostrar essa região com as suas lindas praças presenteadas por um trabalho de jardinagem, que eu vi em poucos lugares. Outro lugar para conhecer também é o lago La Angostura.

Faria fácil um quadro com uma paisagem urbana dessas repleta de flores
Arquivo pessoal

Diversos estudantes brasileiros vão para Cochabamba por causa dos valores mais acessíveis dos cursos de Medicina. Ao andar pela cidade, você percebe uma vida universitária pulsante. Nas praças é muito comum ver jovens e famílias simplesmente passeando à noite sem nenhuma preocupação.

Olha o trabalho da podadura. Merece uma foto, né
Arquivo pessoal

Os preços dos restaurantes, do transporte e da hospedagem são acessíveis, porém existem também as opções mais luxuosas que têm os seus valores informados em dólares. Quem gasta pouco aproveita e quem gasta mais também. No caso das praças, todo mundo que tiver disposição para caminhar por lá, vai aproveitar o programa sem custo.

A cidade de Cochabamba tem uma parte mais movimentada, mas esse lado é ideal para quem quer descansar e apreciar a vista
Arquivo pessoal

Para fechar o fim do dia, depois do pôr do sol, o Lago Angostura é uma ótima parada, quando começa a escurecer, você pode ver as luzes das casas refletindo na água. Caso você tenha disposição, é até possível fazer uma corrida. Só não se esqueça que o fôlego tem que ser dobrado, por causa da altitude da cidade de 2570 metros acima do nível do mar.

Depois das praças no centro, o Lago Angostura é uma parada linda para terminar o passeio. Só não esqueça de levar uma blusa
Arquivo pessoal

Perrengues de viagem: Duas histórias reais de quem só queria passear, mas passou sufoco

Quem viaja sempre quer relaxar, se divertir e viver o sonho de conhecer o destino escolhido para ter recordações fantásticas. No entanto, nem sempre as lembranças de viagens correspondem às expectativas desejadas. É nesse momento que nascem os perrengue de viagem, que são as histórias dignas para dar boas risadas ou transmitirem aprendizados. Conheça alguns viajantes que têm casos no mínimo hilários, enquanto tentavam passear pelo mundo:

Achados e perdidos em terras internacionais

A Tânia, do canal Impressões do Mundo, e seu marido, Hilton, radialista, estavam na Itália no ano de 2013, quando desembarcavam no aeroporto de Malpensa com quatro malas e duas mochilas (só faltou levar o guarda-roupa).

O casal continuou a viagem do aeroporto de Malpensa, pegando um trem até a estação central de Milão. Os dois pombinhos bateram altos papos com uma moça durante quase todo o trajeto pelos trilhos. Quando chegaram na estação, ficaram de boca aberta com tamanha beleza e grandeza do lugar até que Hilton decide tirar várias fotos. Porém, no momento em que ele levou a mão atrás das costas, notou que não carregava a mochila com a câmera fotográfica.

Uma corrida cheia de agonia começou atrás dos pertences. O radialista disparou que nem um raio pela estação pedindo licença. Mesmo com todo o esforço, não encontrou nada, somente um monte de pessoas com cara de curiosas para o semblante exasperado.

Mas não foi que o Hilton acabou esquecendo a segunda câmera do casal na bandeja do raio-x, bem na hora da checagem no aeroporto antes do voo de volta para São Paulo? Nem dava mais para o marido da Tânia testar novamente o condicionamento físico por causa das portas fechadas do avião, momento em que se deu conta da nova perda.

Felizes apesar das perdas, afinal estavam viajando
Arquivo pessoal

Cerca de um mês depois, falando com um amigo sobre o ocorrido, ouviram dele que conhecia uma pessoa que trabalha em Milão. “Esse conhecido do amigo, passou pelo aeroporto e, dois meses mais tarde, estávamos com nossa câmera (com mais de 5 mil fotos) de volta”, conclui Tânia com o seu final feliz.

Saga pela Europa

Rachel, do blog Viajão, que estava com seu grupo de amigos, havia planejado pegar um trem de Luxemburgo, na manhã do dia seguinte para Paris. Mas só foi acordar que os pesadelos já começaram: todos os trens para a cidade francesa estavam cancelados por conta da greve que ocorreu na época, em dezembro de 2019.

As tentativas frustradas para chegar até a estação de trem em Luxemburgo ficaram de lado quando um amigo descobriu uma empresa de ônibus que faz o trajeto para Paris. No entanto, a viagem que levaria duas horas, se transformou em seis horas pelo transporte rodoviário.

Quando chegaram até o endereço de embarque, se depararam com um terminal muito engraçado, não tinha nenhuma atendente, não tinha loja, não tinha nada, era um estacionamento em um lugar afastado.

Rachel e seus amigos ficaram torcendo para que todas as expectativas de que algum ônibus parasse ali, e os transportassem fossem reais. Para a alegria do grupo, mais passageiros chegaram e então ansiedade diminuiu.

Na chegada do destino, em Paris, o transporte só foi até uma região bem periférica da cidade. Nem os pedidos para um carro pelo Uber estavam dando certo. O jeito foi achar por ali um hotel que permitisse usar a internet para chamar o transporte pelo aplicativo.

Quando finamente chegaram, depois de oito horas de peregrinação, o hotel das reservas em Paris estava em uma área com várias ruas bloqueadas por causa dos protestos daquele dia. O cansaço ainda teve que esperar mais um pouco até a viajante conseguir finalmente entrar na hospedagem.

Rachel não deixou de sorrir depois da viagem exaustiva até Paris
Arquivo pessoal

Curtiu as histórias de perrengue? Viveu uma para contar?
Me mande no e-mail:
dianoaventuras@gmail.com

Cartão internacional de casa de câmbio vale a pena?

Por experiência pessoal não compensa. Pelo menos, comigo foi assim quando usei um cartão internacional pré-pago, que somente aceitava a compra de dólar. Então eu pagava a conversão e ainda pagava uma segunda conversão nos países em que a moeda não era dólar, sendo que esse câmbio duplo não era em nada vantajoso.

Se você quiser usar um cartão internacional pré-pago com uma boa conversão e sem precisar comprar outra moeda, recomendo esse aqui:
Cartão internacional pré-pago AcessoCard.

O cartão pré-pago internacional AcessoCard é útil para quem quer fugir de taxas de câmbio desvantajosas

No momento da compra fora do Brasil, o AcessCard tem uma taxa de 11,38% para cada compra incluindo a conversão para o real, que em geral compensa. Eu já usei e indico sem medo.

Você paga R$ 5,95 no mês que carrega o seu cartão. Caso sua primeira recarga seja de R$ 100,00, o valor do cartão de R$ 14,90 não é cobrado. Existem diversas maneiras de carregar o seu AcessoCard:

  • Boleto Bancário
  • Débito em conta (Itaú e Banco do Brasil)
  • Depósito Identificado
  • Transferência DOC/TED
  • Lojas e mercados credenciados

Na hora transferência ou depósito identificado, que deve ser da conta bancária do titular do cartão, é essencial informar o mesmo CPF.

Depois de fazer o pedido do cartão e o pagamento, o prazo de entrega é de até 7 dias úteis para capitais e até 10 dias úteis para as demais regiões. O prazo para compensação do boleto é de até 2 dias úteis. Como o cartão é enviado por uma transportadora, é preciso que alguém esteja presente no endereço cadastrado para recebê-lo. Ele não poderá ser entregue em caixas postais.