Você conhece o Casco Viejo, parte antiga e badalada da Cidade do Panamá?

A Cidade do Panamá tem uma urbanização grande em um espaço pequeno, se comparada com outras cidades ao redor mundo. Os arranha-céus de lá mostram o nível de modernidade dos edifícios. Além disso, existe uma região, ainda na cidade, que entra em constraste com o centro e ela se chama de Casco Viejo, que é cheia de construções antigas com cara de uma arquitetura mais clássica e, que tem diversas opções para fazer uma refeição, compras e escutar alguma música sem ficar longe da beira do litoral. Tá bom ou quer mais?


Essa é a praça Herrera bem no centrinho de Casco Viejo

O dia ensolarado na Cidade do Panamá é um convite frequente para um passeio pela região que, no meio da semana, está tranquila

O melhor horário para visitar o Casco Viejo é no fim da tarde, quando o sol já não está tão forte. Os dias mais movimentados são os fins de semana. Se você quiser ir de lá para a parte mais moderna, não vai estar longe. Aproveite para passar pela Cinta Costera, que é aquele calçadão em frente à beira da praia e aos edifícios da cidade.

Restaurantes em edifícios bem conservados e calçadas limpas fazem parte do cenário

Além do visitado Canal do Panamá, essa região é bem turística. O clima é bem caloroso, então não saia de casa sem o seu protetor solar e uma garrafinha de água. Lá no Casco Viejo, você poderá perceber que existem diversas pessoas visitando e tirando as suas fotos. Uma curiosidade é que vários estrangeiros dos Estados Unidos gostam de visitar a cidade.

Pressa para quê? O importante é aproveitar o tempo e conhecer as lojinhas de artesanatos locais espalhadas pela região

Essa é a sede do governo federal que fica à beira-mar, também chamado de Palacio de las Garzas

E vindo pela parte da Cinta Costera, essa é uma passagem repleta de flores que você encontra próximo do Casco Viejo

Conhecendo a Laguna Llanganuco, no Peru, em Huaraz

O Lago Llanganuco fica na cidade de Huaraz, região norte do Peru. Esse foi um dos lugares que mais me surpreendeu pelas belezas naturais inesperadas. A água de cor azulada do lago chama a atenção dos visitantes. Em volta, você encontra duas montanhas enormes que dão uma grandiosamente para a vista. A natureza mostra como pode ser diversa em lugares remotos.

O começo do dia estava meio fechado na Laguna Llanganuco, porém o sol apareceu depois

A paisagem, que está localizada dentro do Parque Nacional Huascarán, tem uma exuberância observada em poucos lugares

Para chegar até o Lago Llanganuco, é preciso contratar um tour em uma agência de viagens no centro da cidade de Huaraz. O lugar é pequeno, você consegue caminhar por lá tranquilamente e encontrar uma agência sem precisar de muito tempo. Uma dica importante: pergunte quais os gastos que não estão inclusos no valor do passeio. No meu tour desse dia, as entradas dos lugares não estavam inclusas. Caso você esteja de carro, também consegue chegar por conta própria.

Esse dia foi um dos mais divertidos da minha viagem. Eu acabei caindo em tour de um grupo de mulheres animadíssimas de Lima. Fizemos amizade e fui praticamente adotado naquele dia. Amei.

Existem diversas opções de passeios em Huaraz. Eu escolhi o Lago Llanganuco por conta da raridade de se encontrar um lago com uma água tão azul, tornando o cenário fascinante. Não me arrependi, ao contrário. Nas duas montanhas, em volta do Lago Llanganuco, persiste uma lenda contando que cada montanha eram duas pessoas apaixonadas.

Caso você queira, tem até a opção de fazer um passeio de barco pelo Lago LLanganuco

Como foi o meu passeio pelo bairro García Ginerés, em Mérida, no México

Oi, pessoal. Hoje eu vou mostrar um lugar que não está no radar turístico dos visitantes da Mérida, no México. O lugar é o Parque Las Américas, no bairro García Ginerés que está próximo do famoso Paseo Montejo. O interessante desse bairro é que você passa a ver como é convivência entre os habitantes locais mesmo, e assim acaba observando uma interação mais cotidiana de quem mora lá.

O Parque Las Américas é bem convidativo para um passeio no fim de tarde, quando o sol está dando uma trégua. Na praça principal, você encontra uma espécie de palco de apresentações aberto e umas colunas que dão um charme para a região. O ambiente lembra um pouco um jardim ao ar livre. Além disso, diversos monumentos fazem referência à história dos maias.

Fim de tarde na colônia García Ginerés. O pessoal começa a bater um papo em meio ao Parque las Américas. Espaço e colunas é o que não falta

Que bonitinho! O cenário tem um ar romântico com essas luzes espalhadas nas colunas enfeitadas de flores

Essa é a visão de quando a noite vai chegando ainda mais. As luzes das colunas deixam o parque só mais elegante. Espaço para sentar, andar e conversar não falta aqui

Uma dica essencial é não deixar de usar repelente. Os mosquitos por lá têm uma fome insaciável. Para encontrar fácil o Parque Las Américas, é só chegar até o Walmart do Paseo Montejo e virar a esquerda, no sentido da avenida. No seu Google Maps, no celular, também fica simples de achar.

Essa é uma arte que lembra os povos antigos, provavelmente os maias, que habitaram na região

Do outro lado do Parque, tem essas esculturas com esse estilo relembrando a arte antiga da região

Essa fonte na ocasião não estava funcionando, mas não tirou o diferencial da paisagem

Em volta do Parque las Américas, existe um ou outro comércio. As barraquinhas de comidas típicas começam a aparecer mais tarde, aproximadamente umas 18h00

Você conhece o Museu de Arte de Tigre?

Quem vai dar um passeio em Buenos Aires, tem uma cidade próxima imperdível para visitar que é Tigre, que fica a uma hora da capital. O transporte de trem é confortável e não custa caro. Existem várias atrações na região, mas vou me focar nessa postagem no MAR, Museu de Arte de Tigre, que é um lugar lindo para conhecer, que até lembra um palácio.

Da estação de trem até o MAR, você consegue ir andando (acho que mais 30 minutos), assim já vai aproveitando para observar como é a cidade. Tem o rio Tigre, uma feirinha e comércios pelo trajeto.

Assim que você chega na estação de trem de Tigre, tem um mapa dos arredores bem na entrada. Lá você consegue ter uma noção de como é a cidade.

Para chegar na estação Tigre, tem um trem que sai da estação Retiro, que fica no centro de Buenos Aires. Você pode conseguir um cartão de transporte que se chama Sube para ter desconto na passagem. Para ter o cartão Sube de graça, tem um posto turístico no centro de Buenos Aires que dá o cartão. Consegui dessa forma quando eu estava lá. Não sei se hoje ainda estão distribuindo. Se for comprar em algum estabelecimento, o valor fica em torno de uns R$ 6,00.

O comecinho da manhã estava frio. Saí da estação já consultando o meu mapa no celular para achar o MAR, Museu de Arte de Tigre.

Passando pela cidadezinha não é difícil de achar o rio Tigre, perto fica uma feirinha de artesanatos e lembrancinhas

Se você gosta de arquitetura, então o Museu de Arte de Tigre já pode ser considerado uma obra artística por causa da beleza de sua forma e do estilo geométrico das estruturas, com base numa arquitetura neoclássica. As exposições desse museu mostram tradições culturais, obras artísticas, fotografias e histórias que envolvem a região, como imagens de casas antigas (sendo uma é uma das exibições atuais).

Essa é uma parte do jardim do Museu de Arte de Tigre, na ocasião alguém estava fazendo uma sessão de fotos

Essa é a varanda do Museu de Arte de Tigre, em volta tem um jardim bem cuidado.

Antigamente esse local era um clube de regatas, mas hoje tem diversas exposições e obras artísticas

Essa é uma das esculturas que você vai encontrar na entrada do MAR.

Subindo para o primeiro andar, você encontra salas de exposições.

Olha esse lustre, como poucos
Vista da porta da varanda do museu

Tomando um pouco de sol na varanda e tirando a minha selfie

Vista da varanda